segunda-feira, abril 06, 2015

A HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DO ASSU



Assu-RN, Estátua de Osvaldo Amorim - Fundador da cidade de Assu.




Estátua de Osvaldo Amorim - Fundador da cidade de Assu. 

A agricultura é intensamente praticada no município, constituindo um dos seus principais fatores econômicos. No inicio as secas não permitiam o franco desenvolvimento da pecuária, não é pequena sua importância na economia local, havendo regular exportação de carne de bovino e peles de ovino e caprino.
Assu-RN, estátua de Pedro Soares Amorim, primeiro prefeito da cidade

 



 estátua de Pedro Soares Amorim, primeiro prefeito da cidade 

Como veremos a seguir a partir construção da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, o município muda totalmente sua história se constituindo numa das cidades mais importantes para a economia do Rio Grande do Norte.Sua história teve inicio em meados do sec. XVII, sendo o território habitado pelos índios janduís. 
Assu-RN, Paróquia de São João Batista.




Paróquia de São João Batista. 

A 6 de fevereiro de 1696, Bernardo Vieira de Melo, então governador da Capitania do Rio Grande do Norte, colocou-se à frente de uma pequena expedição e demandou à ribeira do Açu onde fundou, no dia 24 de abril, o arraial de Nossa Senhora dos Prazeres, ponto de reforço para a conquista do sertão que até então vinha sendo agitado pela revolta dos indígenas. Foi iniciado, assim, o aldeamento dos índios e assegurado o estabelecimento dos colonos.Começou-se a desenvolver na ribeira do Açu a criação de gado determinando a fixação de curraleiros. Em conseqüência do crescimento da pecuária e das riquezas dos salíferos foram estabelecidas oficinas de carne-seca, que no sec. XVIII chegaram a constituir importante fator comercial. Assu é a mais antiga cidade do interior do Rio Grande do Norte, foi criada talvez no ano de 1725 e dela fazia parte toda região sertaneja. Foi canonicamente instituída em 1726, sendo seu primeiro vigário o padre Manoel de Mesuita e Silva. Na época o templo que serve a Matriz, era um dos mais belos e amplos do Bispado, seu orago São João Batista, cuja festividade, encerrada a 24 de junho de cada ano, é uma das mais gratas e fortes tradições do Assu.Nos idos de 1775 possuía Juiz espadano e cura, compreendia toda a ribeira do Assu e tinha 3 capelas filiais, aproximadamente 100 fazendas de gado e uma população perto de 3.000 habitantes. De 1850 a 1857 a Igreja Matriz foi totalmente reconstruída graças a um contrato entre o Juiz municipal e da provedoria Dr. Luiz Gonzaga de Brito Guerra, que depois passou a Conselheiro e Barão do Assu, e o coronel Manoel Lins Wanderley. A Igreja foi toda revestida, os dois corredores e as duas torres fizeram parte da reforma, fazia parte da comissão de reconstrução os srs. Pedro Soares de Araújo, José Corrêa de Araújo Furtado e Manoel Lins Wanderley. Em 1903 sofreu novamente grandes reparos e construído o altar-mor, por iniciativa do vigário interino Irineu Salles, tornando-se o que é hoje um belo e majestoso templo, com as grandes arcadas abertas, em 1906, pelo vigário Antônio Brilhante.É um dos municípios mais importantes do Rio Grande do Norte, não podemos falar em desenvolvimento sem incluir Assu e o vale do Açu. Na época das Capitanias a cidade tinha seus administradores, que relacionamos abaixo: Em 1802, Caetano Fernandes Carvalho, 1803, Alferes José Joaquim de Arruda Câmara, de 1804 e 1810, Capitão Manoel Antônio de Macedo, 1806, José Antônio de Figueiredo, 1813 Francisco Manoel dos Santos, 1814, José Joaquim Bezerra Cavalcante, 1817, Capitão-mor Francisco Dantas Cavalcante e 1821 Ponciano Barbalho Bezerra. Na Monarquia, Gonçalo Lins Wanderley administrou de 1822 a 1823, José Joaquim Bezerra Cavalcante em 1824, Alferes Leandro Bezerra Cavalcante de Albuquerque em 1825, Joaquim da Silveira Borges e Te. José Varella Barca em 1826, Francisco de Souza Caldas em 1827, Gabriel Soares Raposo, 1828, Cel. Manoel Lins Wanderley, 1829,1831,1837 e 1840, Major Antonio Barbalho Bezerra,1833 e 1836, Te. Coronel Luiz da Fonseca e Silva, 1841 e 1844, Dr. Luiz Gonzaga de Brito Guerra, 1845 e 1848, Te. Bernardo Ferreira Lins, 1849 e 1852, Capitão José Gomes do Amorim, 1853 e 1856, Dr. Leocádio Cabral Raposo da Câmara, 1857 e 1859, Capitão Luiz Francisco de Araújo Picado, 1860, Dr. Joaquim Antão de Sena, 1861 e 1864, Major Manoel Lins Caldas, 1865,1868,1877,1880,1881 e 1882, Dr. Luiz Carlos Lins Wanderley, 1869 e 1872, Pedro Soares de Araújo, 1883, João Rodrigues Ferreira de Melo, 1884 e 1886, Capitão Luiz Correa de Araújo Furtado, 1887 e 1888, Manoel Candido Maciel de Brito, foi o último a administrar o município na Monarquia em 1889. Vitoriosos os republicanos foram estes os administradores de Assu: de 1890 a 1891 Torquato de Oliveira, de 1891 a 1892 José Soares de Macedo, 1893 a 1895 Luiz Gomes de Amorim, 1896 a 1898 Joaquim Antão de Sena,em 1898 José Laurentino Martins de Sá, de 1899,1901,1902 e 1904 José Paulino de Oliveira, 1905 e 1907 Olinto Lopes Galvão, 1908,1910,1911e 1913 Antônio Sabóia de Sá Leitão, 1914 a 1916, 1923 a 1925 e 1926 a 1928 Dr. Pedro Soares de Amorim, 1917 a 1919 Minervino Wanderley, 1920 a 1922 Ezequiel Epaminondas da Fonseca como Deputado Estadual foi Presidente da Assembléia Legislativa e Vice- Governador do Rio Grande do Norte, Edgar Montenegro, Olavo Montenegro, Arnóbio AbreuA 22 de julho de 1766, foi por ordem régia, criado o município que se instalou no dia 11 de agosto de 1788. Recebeu então o nome de Vila Nova da Princesa. A Lei Provincial n. º 124 de 16 de outubro de 1845, concedeu a Vila Nova da Princesa foros de cidade com o nome de Açu. O nome Açu tem origem na "taba-Açu" (aldeia grande). A Comarca de Açu foi criada por deliberação do Conselho da Província de 11 de abril de 1833, e aprovada pela Lei Provincial nº 13 de 11 de março de 1835. O clima de Açu é seco e quente, com a temperatura máxima em 33 e min. de 29. As principais praças com as quais Açu mantém transação comercial são: Fortaleza, Natal, Mossoró, Recife e Campina Grande. Exporta cera de carnaúba, algodão, sal, gesso, sementes de oiticica, couros e peles, e é o maior exportador de frutas do Rio Grande do Norte e um dos maiores do Brasil. Açu conta com bancos, uma ótima estrutura urbana, hospitais, escolas e biblioteca. Festa tradicional é a de 24 de junho, dia de São João, padroeiro da cidade, tipicamente junina, com fogos de artifício, fogueiras e balões. Importantes filhos da terra contribuíram para o engrandecimento do município e do Rio Grande do Norte, destacamos os Montenegro, ex - deputados Olavo, Edgar, João Batista, Paulo, Manoel Neto, além das lideranças atuais, ex-prefeito José Maria, deputados Arnóbio Abreu (recentemente falecido), Ronaldo da Fonseca Soares, Lourinaldo Soares, Junot Araújo Santos, José de Arimateia Tavares, Luiz Carlos da Silva, Aurivan Lacerda, Francisco Antão de Macedo, Pedro Joaquim da Fonseca, João Guilherme Souza Neto, João Carlos de Sá L. Soares, Herval Tavares, Sandro Renato Jácome Liberato, Maria Neusa Nogueira Coelho, Arlindo da Silva Andrade Francisco de Assis Souza, Maria Soares Macedo Martins, Vera Lúcia Borges F. Ferreira, Fernando Cândido de Souza, Francisco Pereira Santos, Francisco das Chagas Rocha, Gilmar Rodrigues de Lima, Luís Alberto de Lima, Luiz Carlos da Silva, Vouclene Bezerra, Antônio Araújo Neto, Clodoaldo da Silva, Francisco Américo da Rocha, Jailson Melo Morais, Francisco Weudes B. Linhares, Francisca Gomes da Silva, Raimundo Carlos B. Sá Leitão, Francisco Roque de Souza, Núcio Pinto de Medeiros Júnior, José Antônio de Abreu, Osmar Batista da Silva, Cleudon da Mata de Medeiros, Odelmo de Moura Rodrigues, Ormando Machado, Érico Cortes Alves, Clivanaldo Araújo Mendes, Adriano Félix Neto, Raimundo Mário B. Sá Leitão, Ranilson Carlos de Souza, Severino Ferreira de Lima, Francisco da Fonseca Pinto, João Alcebiades Cabral Filho, Francimar Fernandes da Fé, Aluisio Aldenor de França, Pedro Cavalcanti Albano, Andiere Rosendo Dantas, Domício Soares F. Filho, Nival Paulino Pinheiro Filho, Nelson Inácio dos Santos Jr., Leosvaldo Paiva de Araújo, Epifânio Batista de Xavier, Francisco Luciano Marques, Ortêncio Ferreira Lima, Gistavo Fonseca Pimentel, Adauto Legítimo Barbosa, Claudionor de Melo Soares, Celso Raimundo de Souza, Marcos Antônio Soares, Carlos Bartolomeu da Silva, Walter Bezerra de Gouveia, Severino Rocha da Costa, José André de Souza, Delzi Cavalcanti de Souza, Pedro Souto, Manoel Gabriel Filho, Geraldo Miguel de Araújo, Gilmar dos Santos, Juvêncio Paulista dos Santos, João Batista de Medeiros, Carlos Alberto da Costa Bezerra, João Lourenço Sobrinho, José Costa de Medeiros, Leda Cosme de Araújo Pereira, Astério Barbosa Tinoco, Antônia Garcia de Medeiros, Luiz Carlos da Fonseca, José Maria Neto, Francisco Medeiros Dias, Hélio Fonseca de Moura, Antônio dos Santos, Luzimar Cabral de Oliveira, Francisca das Chagas Oliveira, Antônio de Pádua Oliveira, Adalberto de Oliveira Melo, Tarcísio Pedro da Fonseca, Geovani Simão Fernandes, Inácio Bezerra de Araújo, Edmilson Antônio da Silva.Prefeito, Ronaldo da Fonseca Soares que renunciou ao mandato de Deputado Estadual para governar pela terceira vez seu município até 31 de dezembro de 2004, juntamente com o vice-prefeito José Antônio de Abreu(Zeca Abreu). Nas eleições de 2004, Ronaldo Soares e Zeca Abreu enfrentaram a candidata Fátima Morais que com o apoio da governadora Vilma de Faria, realizaram um grande trabalho com ações de governo e tudo fizeram para derrotar aquele que eleito governou o município pela terceira vez até 01 de janeiro de 2009. Ronaldo Soares foi prefeito e  deputado estadual, o atual prefeito IVAN LOPES JUNIOR  com votação definida.reeleito com excelente votação..

Câmara vê piora na relação com Dilma

Pesquisa realizada na Câmara entre 24 e 26 de março deste ano mostra que 61% dos deputados federais avaliam como ruim ou péssima a relação entre Executivo e Legislativo. Os dados mostram um aumento de 11 pontos porcentuais nesse índice na comparação com fevereiro.
Luis MachadoRelação entre a Câmara e o Governo piorou, aponta pesquisaRelação entre a Câmara e o Governo piorou, aponta pesquisa

O levantamento, feito pela consultoria política Arko Advice, ouviu 102 deputados federais de 22 partidos, distribuídos conforme a representatividade de cada bancada.

Segundo o analista sênior da consultoria, Cristiano Noronha, quatro fatores influenciaram as respostas dos deputados na pesquisa de março: as manifestações ocorridas no dia 15 do mês passado, a queda maior na popularidade da presidente Dilma, o atraso na reforma ministerial e a dificuldade de reação do governo.

"Nesse período, a popularidade da presidente caiu mais ainda, conforme mostraram os institutos de pesquisa", disse Noronha, um dos responsáveis pelo levantamento. "Além disso, tivemos manifestações onde milhões de pessoas foram às ruas. Ao mesmo tempo, o diálogo do governo com o Congresso não apresentou melhora."

Entre uma e outra pesquisa, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entregou ao Supremo Tribunal Federal a lista de políticos suspeitos de envolvimento com o escândalo de corrupção na Petrobrás. Na lista constam 35 parlamentares.

Aprovação

A desaprovação à maneira de a presidente governar também aumentou entre os deputados: passou de 64% em fevereiro para 66% em março. Além disso, a nota média dada ao governo pelos deputados caiu de 3,8 para 3,6.

Na opinião de Noronha, uma das principais mensagens sobre a conjuntura política e econômica que o resultado da pesquisa de março aponta é que o quadro não deve ter melhora significativa nos próximos meses. Segundo ele, quando a maioria dos deputados diz que o relacionamento entre Executivo e Legislativo deve continuar ruim ou manter-se como está, isso significa que o Congresso não acredita que uma mudança ministerial alterará esse quadro. "Ou porque a reforma ministerial será limitada ou porque a representação partidária continuará mais ou menos a mesma que temos hoje", disse o analista.

Economia

Ainda segundo a pesquisa feita em março, 50% dos entrevistados avaliam a política econômica do governo Dilma como ruim ou péssima. No levantamento de fevereiro, esse número era de 49%. A avaliação ruim da política econômica caiu de 29% para 25%, mas a péssima subiu de 20% para 25%.

Para Noronha, esse resultado não é bom para a perspectiva de aprovação das medidas provisórias do ajuste fiscal. "Embora a avaliação da política econômica tenha se mantido praticamente a mesma, o porcentual de péssimo aumentou de forma considerável", pondera.

Sobre o que a presidente Dilma poderia ter feito ou ainda fazer diante do resultado da pesquisa na Câmara, o analista vê opções limitadas para recuperar apoio político. "A quebra de confiança entre PT e PMDB é muito difícil de reverter", diz.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PMDB tenta abrir sigilos de Janot e Cardozo

Depois de impor uma série de derrotas à presidente Dilma Rousseff no Congresso, o PMDB - partido que formalmente é o principal aliado do governo -, negocia com a oposição a aprovação da quebra dos sigilos telefônicos do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, via CPI da Petrobras.

A legenda que detém a vice-presidência da República e sete ministérios de Dilma encontra, no entanto, resistência do principal adversário do governo, o PSDB: os tucanos querem o fim do sigilo apenas de Cardozo.

O ministro e o procurador tiveram encontros fora da agenda antes da divulgação da lista de investigados levada ao Supremo Tribunal Federal pela Procuradoria-Geral da República. Rebelada no Congresso, parte do PMDB alega que o ministro da Justiça teria influído na decisão de Janot de pedir inquéritos contra dois de seus principais líderes - os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e do Senado, Renan Calheiros (AL). Ambos são investigados por suspeita de recebimento de propina no esquema de corrupção da Petrobras.

O requerimento para a quebra dos sigilos de Cardozo e de Janot foi apresentado por um aliado de Cunha, o deputado opositor Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP), em 12 de março, quando o presidente da Câmara foi voluntariamente à CPI e acusou Janot de incluí-lo entre os investigados por motivação política.

Além de Paulinho, quatro peemedebistas apresentaram pedidos de esclarecimento dos dois: Carlos Marum (MS), Darcísio Perondi (RS), Édio Lopes (RR) e Celso Pansera (RJ). A aliados, Cunha disse que faz questão de que ambos prestem depoimento e tenham os sigilos quebrados para que sua relação seja exposta. Procurado, o presidente da Câmara não comentou o assunto.

O PSDB prefere evitar o desgaste institucional da Procuradoria-Geral da República, pois tem interesse nas investigações da Lava Jato, que atingem em cheio o PT e seus aliados, apesar de um tucano, o senador Antonio Anastasia (MG), aparecer na lista de suspeitos. O empenho maior do PSDB, agora, é focar a artilharia em Cardozo, na torcida para que a revelação de eventuais contatos seus com empreiteiras complique sua permanência no governo.

Cardozo afirma que não há indício "minimamente razoável" para qualquer apuração sobre ele, e que a Polícia Federal sempre desfrutou de "total autonomia". Disse ainda que tem tratado "rotineiramente" com Janot e outros procuradores sobre temas "diversificados". A procuradoria-geral informou que Janot não falaria sobre o tema.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, abril 04, 2015

Queda de ultraleve em Ceará-Mirim Rio Grande do Nortedeixa dois mortos

A queda de um ultraleve no município de Ceará-Mirim, na Grande Natal, durante a tarde deste sábado (4), resultou na morte de duas pessoas. De acordo com policiais da Delegacia de Plantão Zona Norte, que atendeu a ocorrência, não há informações confirmadas sobre a causa do acidente.
Acidente grave com Ultraleve deixa dois mortos no RN
Ainda conforme a DP Zona Norte, a aeronave sobrevoava um terreno às margens da BR-406, quando caiu ao lado de um condomínio residencial em Ceará-Mirim. O ultraleve com prefixo PU-JJA ficou completamente destruído. Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e Samu também foram deslocadas para a área. 
Várias equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e SAMU foram acionadas para o local do acidente
Os corpos serão encaminhados ao Itep/RN, no bairro da Ribeira, zona Leste de Natal. As vítimas do acidente na tarde foram identificadas como Kellinson Vasconcelos, de 38 anos, piloto e instrutor de voo, e Guilherme Hobus, de 52 anos, engenheiro e proprietário do avião.

sexta-feira, abril 03, 2015

Corpo de Thomaz Alckmin é sepultado em Pindamonhangaba, SP


Do G1 Vale do Paraíba e Região

O corpo de Thomaz Rodrigues Alckmin, filho caçula do governador Geraldo Alckmin (PSDB), foi sepultado por volta das 19h05 desta sexta-feira (3) no cemitério municipal de Pindamonhangaba, a 156 km de São Paulo. Geraldo, Lu Alckmin e os dois irmãos de Thomaz estiveram o tempo todo próximos do caixão e deixaram o local em uma van logo após o enterro.
A cerimônia foi acompanhada por parentes, amigos de Thomaz e da família e cerca de 1.500  moradores da cidade natal do governador, segundo estimativa da Polícia Militar. Também acompanharam o enterro autoridades como o senador José Serra (PSDB), o secretário de Segurança Pública estadual Alexandre de Moraes e os deputados federais Eduardo Cury (PSDB) e Paulo Maluf (PP).
Alckmin e Lu seguem cortejo em direção ao cemitério para sepultarem o filho Thomaz (Foto: Daniel Corrá/ G1)Alckmin e Lu durante cortejo para sepultamento de
Thomaz (Foto: Daniel Corrá/ G1)
O sepultamento foi aberto ao público, mas foi montado um esquema especial para que  familiares e amigos ficassem próximos ao túmulo. Antes do enterro, o cardeal arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno, fez uma benção especial.
O corpo chegou a Pindamonhangaba por volta das 17h e foi levado ao velório municipal antes do cemitério. Lá, alguns familiares e amigos que não puderam ir ao velório em São Paulo se despediram de Thomaz. Por volta de 18h30, um cortejo seguiu por dois quarteirões até o cemitério municipal, onde aconteceu o sepultamento. A família, incluindo Geraldo e Lu Alckmin, seguiram o cortejo a pé ao lado do caixão.

No túmulo onde Thomaz foi sepultado, estão enterrados os pais do governador, Geraldo José Rodrigues Alckmin, morto em 1998, e Miriam Alckmin, que morreu em 1963, além da babá dele, Thereza Faria Santos, que faleceu em janeiro deste ano. Empregada da família Alckmin, ela ajudou a criar o governador após a morte da mãe, quando ele tinha 11 anos.
Thomaz Alckmin era casado desde 2011 com a arquiteta Thais Fantato (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)Thomaz Alckmin era casado desde 2011 com a
arquiteta Thais Fantato.
(Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)
O velório de Thomaz Alckmin foi encerrado por volta das 14h15 e um cortejo fez o translado do corpo do piloto de 31 anos até Pindamonhangaba.

O filho caçula do governador trabalhava como piloto e acompanhava um voo de teste após manutenção da aeronave na tarde de quinta-feira (2). Ele era casado desde 2011 com a arquiteta Thais Fantato e deixa duas filhas, uma de 10 anos e outra recém-nascida, com aproximadamente um mês.
Além do caçula de Alckmin, morreram: Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves (53 anos, piloto do helicóptero e funcionário da Seripatri), Paulo Henrique Moraes (42 anos, mecânico e funcionário da Seripatri)  Erick Martinho (36 anos, mecânico da empresa Helipark) e Leandro Souza (34 anos e mecânico da Helipark).
Queda helicóptero Thomaz Alckmin (Foto: Arte/G1)


A presidente Dilma Rousseff chegou ao velório por volta das 12h45 e ficou alguns minutos com a família Alckmin. Ela desembarcou no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e seguiu com escolta até o local do velório de Thomaz.
Velório em São Paulo

O senador Aécio Neves chegou por volta das 12h40 ao velório e estava sozinho. "Algo extremamente triste e devastador. Vim aqui prestar minha solidariedade e da minha família. É um amigo que hoje vive certamente o momento mais difícil da sua vida. Que a sua fé sempre presente nos momentos difíceis  possa confortar a ele, a Lú e a Sophia", disse o senador.
Também passaram pelo velório o senador suplente José Aníbal (PSDB), o ministro das Cidades, Gilberto Kassab; o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo; o ministro da Comunicação, Edinho Silva; o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad; o presidente da Fiesp, Paulo Skaf; o deputado Orlando Morando, o comediante Tom Cavalcanti, o vice-governador do estado, Márcio França; o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes; o secretário da Casa Militar, José Roberto Rodrigues de Oliveira; o secretário Municipal da Educação, Gabriel Chalita, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, José Renato Nalini; o empresário João Doria Jr. e o cantor e apresentador Ronnie Von.
Dória disse que o governador e a primeira-dama estão muito abatidos. "É preciso ter força e altivez", afirmou. Segundo ele, a viúva de Thomaz está no velório com a filha mais nova, e a mãe da filha mais velha está vindo com ela da Noruega.
Solidariedade
Em nota oficial, o governo de São Paulo lamentou o acidente e prestou solidariedade às famílias das demais vítimas (veja íntegra abaixo).
As outras quatro vítimas do acidente são: Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves (53 anos, piloto do helicóptero e funcionário da Seripatri), Paulo Henrique Moraes (42 anos, mecânico e funcionário da Seripatri)  Erick Martinho (36 anos, mecânico da empresa Helipark) e Leandro Souza (34 anos e mecânico da Helipark).
Queda e investigação
O acidente ocorreu por volta das 17h20 de quinta-feira (2). Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram ao local do acidente nesta madrugada para dar início às investigações.
Um vídeo ao qual a TV Globo teve acesso mostra o helicóptero em queda brusca. Após o impacto, a cauda do aparelho ficou sobre a residência e a maior parte do dele caiu no chão, entre as árvores. Não houve feridos entre as pessoas que estavam nas imediações.
Nesta manhã, funcionários de uma empresa de guindastes avaliavm como retirar os destroços do helicóptero.
Acidente será investigado
A Aeronáutica informou, por meio da assessoria de imprensa, que está apurando o caso para divulgar as informações sobre o acidente.  A aeronave estava com a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) em dia e com o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) válido. A aeronave da marca Eurocopter, modelo EC 155, tinha prefixo PPLLS, e matrícula PPLLS.
Em fóruns especializados em aviação, pilotos repercutiram o acidente e relataram que o filho do governador estava acompanhando o voo. A aeronave fazia um voo teste de balanceamento após a troca de uma pá do rotor principal.
Nota do governo do estado
Leia abaixo íntegra da nota divulgada:
"O governo de São Paulo informa, com imenso pesar, que Thomaz Rodrigues Alckmin, o caçula dos três filhos do governador Geraldo Alckmin e de dona Lu Alckmin é uma das cinco vítimas da queda do helicóptero EC-155 ocorrida na Grande São Paulo na tarde desta quinta-feira. Thomaz tinha 31 anos e era piloto profissional de aeronave. Ele deixa esposa, Taís, duas filhas, Isabela e Júlia, e os irmãos Sophia e Geraldo Alckmin Neto.
Sob o impacto dessa tragédia, a família Alckmin, inconsolável, agradece as manifestações de pesar e carinho e busca conforto na fé que sempre a alimentou. Seus pensamentos e preces se estendem às famílias das outras vítimas.A presença do Senador Aécio Neves, abraçou o amigo Geraldo Alkimin e familiares, se associando a dor pela perda do Thomaz Alkimin.
  • O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, esteve no velório de Thomaz Alckmin.

Corpo do filho de Governador de São Paulo Geraldo Alckmin morto em acidente é velado em São Paulo


Thomaz Alckmin era casado desde 2011 com a arquiteta Thais Fantato (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)Thomaz era casado desde 2011 com a arquiteta
Thais Fantato (Foto: Arquivo/Alessandro
Shinoda/Folhapress)
O corpo de Thomaz Rodrigues Alckmin, de 31 anos, é velado desde 3h desta sexta (3) no Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, Zona Sul de São Paulo.
Thomaz era filho do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele morreu na quinta-feira (2),na queda de um helicóptero da empresa Seripatri em Carapicuíba.
Além do caçula de Alckmin, morreram o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53 anos, e os mecânicos Paulo Henrique Moraes, de 42 anos, Erick Martinho, de 36 anos, e Leandro Souza, de 34 anos.

O filho caçula do governador trabalhava como piloto e acompanhava um voo de teste após manutenção da aeronave. Ele era casado desde 2011 com a arquiteta Thais Fantato e deixa duas filhas, uma de 10 anos e outra recém-nascida, com aproximadamente um mês.
Família no velório
O governador de São Paulo, seus outros dois filhos, Sophia e Geraldo, e a esposa de Thomaz, Thais Fantato, estavam no velório desde o começo da manhã recebendo amigos e familiares. A presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) estiveram no Albert Eistein.
A cerimônia é restrita aos amigos e à família. O bispo Dom Fernando Figueiredo, da Diocese de Santo Amaro, celebrou uma missa por volta das 10h.
Mais cedo, o cardeal Dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, também fez uma oração com a família.

A previsão é que o velório seja encerrado ainda no começo da tarde para que seja feito o traslado do corpo até Pindamonhangaba (a 156 km de São Paulo).

O enterro do corpo de Thomaz no túmulo da família no cemitério municipal da cidade está previsto para 17h.
Queda helicóptero Thomaz Alckmin (Foto: Arte/G1)
Velório em São Paulo
O senador Aécio Neves chegou por volta das 12h40 ao velório e estava sozinho. "Algo extremamente triste e devastador. Vim aqui prestar minha solidariedade e da minha família. É um amigo que hoje vive certamente o momento mais difícil da sua vida. Que a sua fé sempre presente nos momentos difíceis  possa confortar a ele, a Lú e a Sophia", disse o senador.
Algo extremamente triste e devastador. (...) É um amigo que hoje vive certamente o momento mais difícil da sua vida."
Aécio Neves,
senador
Passaram pelo velório o senador suplente José Aníbal (PSDB), o ministro das Cidades, Gilberto Kassab; o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo; o ministro da Comunicação, Edinho Silva; o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad; o presidente da Fiesp, Paulo Skaf; o deputado Orlando Morando, o comediante Tom Cavalcanti, o vice-governador do estado, Márcio França; o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes; o secretário da Casa Militar, José Roberto Rodrigues de Oliveira; o secretário Municipal da Educação, Gabriel Chalita, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, José Renato Nalini; o empresário João Doria Jr. e o cantor e apresentador Ronnie Von.
Dória disse que o governador e a primeira-dama estão muito abatidos. "É preciso ter força e altivez", afirmou. Segundo ele, a viúva de Thomaz está no velório com a filha mais nova, e a mãe da filha mais velha está vindo com ela da Noruega.

Solidariedade 
Em nota oficial, o governo de São Paulo lamentou o acidente e prestou solidariedade às famílias das demais vítimas (veja íntegra abaixo).
As outras quatro vítimas do acidente são: Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves (53 anos, piloto do helicóptero e funcionário da Seripatri), Paulo Henrique Moraes (42 anos, mecânico e funcionário da Seripatri)  Erick Martinho (36 anos, mecânico da empresa Helipark) e Leandro Souza (34 anos e mecânico da Helipark).
Queda e investigação
O acidente ocorreu por volta das 17h20 de quinta-feira (2). Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram ao local do acidente nesta madrugada para dar início às investigações.
Um vídeo ao qual a TV Globo teve acesso mostra o helicóptero em queda brusca. Após o impacto, a cauda do aparelho ficou sobre a residência e a maior parte do dele caiu no chão, entre as árvores. Não houve feridos entre as pessoas que estavam nas imediações.
Nesta manhã, funcionários de uma empresa de guindastes avaliavm como retirar os destroços do helicóptero.
Thomaz e a filha foram retirados do local em segurança, sem ferimentos. Os criminosos fugiram em seguida. Em 2002, ele já havia sido alvo de criminosos. Um PM que fazia a segurança de Thomaz foi baleado e morreu após trocar tiros com bandidos na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo.Em fevereiro do ano passado, Thomaz e a filha dele ficaram no meio de um tiroteio após serem abordados por criminosos na região do Morumbi. Eles estavam em um carro sem blindagem quando outro veículo parou na frente, impedindo a passagem, e quatro homens saíram armados. O filho do governador estava acompanhado por um carro de escolta. Os policiais militares reagiram, e houve troca de tiros com os criminosos.
Foto de arquivo de outubro de 2008 mostra Geraldo Alckmin, acompanhado de sua esposa, Lu Alckmin, sua filha Sophia, sua neta e seu filho, Thomaz Alckmin, ao chegar em um restaurante na zona sul de São Paulo (Foto: Paulo Liebert/Estadão Conteúdo/Arquivo)Thomaz e a família em foto de arquivo de outubro de 2008. (Foto: Paulo Liebert/Estadão Conteúdo/Arquivo)
Acidente será investigado
A Aeronáutica informou, por meio da assessoria de imprensa, que está apurando o caso para divulgar as informações sobre o acidente.  A aeronave estava com a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) em dia e com o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) válido. A aeronave da marca Eurocopter, modelo EC 155, tinha prefixo PPLLS, e matrícula PPLLS.
Em fóruns especializados em aviação, pilotos repercutiram o acidente e relataram que o filho do governador estava acompanhando o voo. A aeronave fazia um voo teste de balanceamento após a troca de uma pá do rotor principal.
No perfil da mulher, foto de Thomaz Alckmin pilotando. (Foto: Reprodução/Instagram)No perfil da mulher, foto de Thomaz Alckmin pilotando. (Foto: Reprodução/Instagram)
Nota do governo do estado
Leia abaixo íntegra da nota divulgada:

"O governo de São Paulo informa, com imenso pesar, que Thomaz Rodrigues Alckmin, o caçula dos três filhos do governador Geraldo Alckmin e de dona Lu Alckmin é uma das cinco vítimas da queda do helicóptero EC-155 ocorrida na Grande São Paulo na tarde desta quinta-feira. Thomaz tinha 31 anos e era piloto profissional de aeronave. Ele deixa esposa, Taís, duas filhas, Isabela e Júlia, e os irmãos Sophia e Geraldo Alckmin Neto.
Sob o impacto dessa tragédia, a família Alckmin, inconsolável, agradece as manifestações de pesar e carinho e busca conforto na fé que sempre a alimentou. Seus pensamentos e preces se estendem às famílias das outras vítimas.
Informações sobre velório e enterro serão divulgadas oportunamente, tão logo estejam definidas."
Notas da empresa dona do helicóptero
Leia a íntegra da nota divulgada às 23h50:
"A Seripatri, com pesar, informa que foram cinco as vítimas do acidente com o helicóptero da empresa, ocorrido na tarde desta quinta-feira, na Grande São Paulo. Além do piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, 53, com mais de 30 anos de experiência, e do mecânico Paulo Henrique Moraes, 42, ambos funcionários da Seripatri, estava também Thomaz Alckmin, filho do governador Geraldo Ackmin (SP). Havia ainda outros dois ocupantes: Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34, mecânicos da Helipark, empresa de manutenção. O acidente ocorreu durante voo de teste, após a aeronave passar por manutenção preventiva. O helicóptero, da marca Eurocopter, modelo EC 155, prefixo PPLLS, tinha cerca de quatro anos de uso, com aproximadamente 600 horas de voo e estava com sua documentação e manutenção rigorosamente em ordem. Neste momento de luto e enorme tristeza para todos, a Seripatri presta suas condolências a todas as famílias das vítimas."
Destroços de um helicóptero são vistos sobre um imóvel na Grande São Paulo. Segundo os bombeiros 4 pessoas morreram no acidente (Foto: Reprodução/GloboNews)Helicóptero caiu sobre casa em reforma. (Foto: Reprodução/GloboNews)
Detalhe dos destroços do helicóptero que caiu sobre um imóvel na Grande São Paulo. Segundo os bombeiros quatro pessoas morreram no acidente (Foto: Reprodução/GloboNews)Aeronave ficou destroçada. (Foto: Reprodução/GloboNews)
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Detalhe dos destroços do helicóptero que caiu sobre um imóvel na Grande São Paulo. Segundo os bombeiros quatro pessoas morreram no acidente (Foto: Reprodução/GloboNews)Tripulação fazia voo de manutenção. (Foto: Reprodução/GloboNews)

quarta-feira, abril 01, 2015

Aprovação a Dilma cai para 12%, indica pesquisa Ibope

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília

Infográfico pesquisa Ibope/CNI de março de 2015 (Foto: Editoria de Arte G1)
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 12% dos entrevistados, no percentual que reúne os que avaliam o governo como “ótimo” ou “bom”. Em dezembro, no último levantamento do Ibope, 40% aprovavam a gestão da petista.
A pesquisa, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizada entre os dias 21 e 25 de março e ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo”, segundo o Ibope, são 64%. Para 23%, o governo é “regular”.
O resultado da pesquisa de avaliação do governo Dilma foi o seguinte:
- Ótimo/bom: 12%
- Regular: 23%
- Ruim/péssimo: 64%
- Não sabe/não respondeu: 1%
Na pesquisa de dezembro, 27% consideravam dos entrevistados avaliaram a administração Dilma "ruim" ou "péssima". Já 32% consideraram a gestão "regular".
O nível de confiança da pesquisa é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
Confiança
Segundo a pesquisa divulgada nesta quarta pela CNI, 24% dos entrevistados disseram ter confiança na presidente Dilma Rousseff; 74% afirmaram não confiar na petista; e 3% não souberam ou não opinaram.
Outros 78% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar, e 4% não quiseram ou não souberam responder. Conforme a pesquisa, para 76% dos entrevistados, o segundo governo Dilma está sendo pior que o primeiro, enquanto para 18% está sendo igual. Outros 4% consideram a administração no segundo mandato melhor.Maneira de governar
O percentual dos eleitores que aprovam a maneira de governar de Dilma também caiu no levantamento do Ibope: passou de 52% para 19%.
O levantamento mostra ainda que 14% da população acredita que o restante do segundo governo será ótimo ou bom. Outros 55% consideram que será ruim ou péssimo, 25% acham que será regular e 5% não quiseram ou não souberam responder.
A CNI também divulgou dados referentes à aprovação do governo por área. Em todos os nove setores avaliados na pesquisa, o percentual de desaprovação é superior a 60% dos entrevistados:

Impostos
Aprova: 7%
Desaprova: 90%
Não sabe/não respondeu: 3%
Taxa de juros
Aprova: 7%
Desaprova: 89%
Não sabe/não respondeu: 4%
Combate ao desemprego
Aprova: 19%
Desaprova: 79%
Não sabe/não respondeu: 3%
Segurança pública
Aprova: 16%
Desaprova: 81%
Não sabe/não respondeu: 3%
Combate à inflação
Aprova: 13%
Desaprova: 84%
Não sabe/não respondeu: 3%
Combate à fome e à pobreza
Aprova: 33%
Desaprova: 64%
Não sabe/Não respondeu: 3%
Meio ambiente
Aprova: 25%
Desaprova: 66%
Não sabe/não respondeu: 9%
Saúde
Aprova: 13%
Desaprova: 85%
Não sabe/não respondeu: 2%
Educação
Aprova: 25%
Desaprova: 73%
Não sabe/não respondeu: 3%
Percepção do noticiário sobre o governo
Mais favoráveis: 9%
Nem favoráveis nem desfavoráveis: 13%
Mais desfavoráveis: 72%
Não sabe/não respondeu: 6
%

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