segunda-feira, janeiro 03, 2011

GARIBALDI FILHO O NOVO MINISTRO DA PREVIDENCIA

Garibaldi nasceu em 04 de janeiro de 1947, em Natal (RN). É casado com Denise Alves e pai de dois filhos, um deles Walter Alves é deputado em segundo mandato. Formado em direito pela Universidade Federal do estado e jornalista de profissão – ele mantém programa ma rádio Cabugi Globo do Rio Grande do Norte –, Garibaldi Alves Filho iniciou na vida pública em 1966, como chefe da Casa Civil da Prefeitura de Natal. Seu primeiro cargo eletivo foi como deputado estadual, em 1971, função que exerceu por quatro mandatos consecutivos. Foi ainda prefeito da capital potiguar entre 1986 e 1988 e senador eleito para o período de 1991 a 1998. Renunciou em 1994, para assumir o cargo de governador. Reeleito governador em 1998, renunciou ao cargo em 2002, desta vez para voltar ao Senado.No Legislativo, foi presidente do Senado de 2007 a 2008, em substituição a Renan Calheiros (PMDB-AL).Garibaldi abriu mão de tentar a reeleição ao cargo em favor da candidatura de José Sarney (PMDB-AP), que acabou eleito e é o atual presidente do Senado.O novo ministro da Previdência Social, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), disse nesta segunda (3) não ter o currículo que, na avaliação dele, a presidente Dilma Rousseff esperava do ocupante do cargo.Ele fez a afirmação durante cerimônia em que recebeu o cargo do antecessor Carlos Eduardo Gabas. Convidado por Garibaldi para permanecer no ministério como secretário-executivo, Gabas aceitou.Queria agradecer à presidente Dilma Rousseff pela confiança que ela depositou em mim, pelo fato de que não tenho realmente aquele currículo que talvez ela desejasse ter para o ministro da Previdência Social", afirmou.Garibaldi é um dos ministros indicados pelo PMDB. Em tom de brincadeira, ele disse que chegou a se sentir "revoltado" com o partido por tê-lo recomendado para assumir o que, segundo afirmou, muitos consideram "um abacaxi".Garibaldi Alves estreia em ministério após 45 anos de vida pública"Me senti intimidado ao assumir o cargo e, às vezes, até revoltado com o meu partido, porque as pessoas me diziam, principalmente agora, no final do ano, em vez de feliz Ano Novo: 'Você vai assumir um abacaxi'; 'Aquele ministério é um abacaxi, prepare-se', o que é uma injustiça, sobretudo com o Gabas, porque o Ministério da Previdência mudou", declarou, em meio aos risos do público.No último dia 7 de dezembro, depois de ter sido indicado à presidente Dilma Rousseff pelo PMDB, Garibaldi afirmou, sobre o ministério: "Não é muito do meu agrado, mas a gente tem que trabalhar com o que é do agrado e o que não é". No dia seguinte, afirmou que estava "disposto a servir ao país" e que a presidente ficaria "feliz" com a presença dele no ministério.O ex-ministro Carlos Eduardo Gabas anunciou no discurso que foi convidado por Garibaldi e aceitou voltar a ser secretário-executivo, cargo que ocupava antes de assumir a pasta.Gabas contou que seria indicado para a presidência dos Correios, mas disse que tomou a decisão a pedido de Garibaldi  que defendeu uma discussão aprofundada da reforma da Previdência e colocou como alternativa “ajustes pontuais”. Em referência ao fator previdenciário, disse que é um desafio “buscar equilíbrio entre tempo de contribuição e tempo de recebimento.Para ele, a proposta de substituir o fator previdenciário por uma idade mínima pode ser analisada. “Sabemos muito bem que o fator previdenciário agrava a situação. Ele se insere no cálculo e termina contribuindo para que tenhamos uma cobrança maior para o segurado.”No discurso, o novo ministro destacou a meta de incluir no regime de previdência os trabalhadores informais como autônomos, microempresários e empregados domésticos. Disse que implantará medidas de controle e combate a sonegação e fraudes.Ele colocou como desafios o envelhecimento da população e a necessidade de inclusão de todos os idosos na cobertura previdenciária.Os dados estão a indicar que o brasileiro que nasce hoje pode esperar ultrapassar os 73 anos, significando um aumento de expectativa de vida de três meses e 22 dias de 2009 em relação a 2008, o que mostra o Brasil à frente de países como a China, a Colômbia, o Paraguai, a Rússia, entre outros. A cada ano, vemos significativa expansão da base de idosos, algo entre 3 a 4%. É sabido que quanto mais a população envelhece, mais recursos ela terá que ter para arcar com os benefícios. O Ministro Garibaldi Filho está estruturando sua equipe com nomes experientes e que conhece os tramites da previdencia.


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